veio uma criança falar comigo. Começou a pegar algumas flores que estavam no chão. Buscou folhas grandes e colocou em cima do banco. Em cima das folhas verdes, foi dispondo as flores. Enfileiradas. Perguntou o que eu estava fazendo ali. Por que estava chorando. Conversou comigo como se já me conhecesse. Disse que eu estava diferente. Protegi meu rosto do sol na sombra dos galhos. Tentei enxergar aquela menina como alguma espécie de enviada. Uma garrafinha em forma de gente, que traz uma mensagem.
segunda-feira, 21 de junho de 2010
domingo, 20 de junho de 2010
sexta-feira, 18 de junho de 2010
quarta-feira, 16 de junho de 2010
segunda-feira, 14 de junho de 2010
é da ordem do impossível, do visionário, do vislumbre. o sentimento de mundo, inabalável. fico feliz quando atravesso minhas mazelas. construo três tijolos e derrubo dois. mas um é número que ainda me alegra. e eu sigo até o limite o meu sentimento de mundo. que seja ele agora o da lonjura do mundo. só eu estou no lugar onde devo estar. mais ninguém cabe aqui. venço minhas tormentas internas, traço genealogias dos meus erros e dou um sorriso no espelho. torno-me impossível. sou uma ilha no meio das luzes da cidade.
quinta-feira, 10 de junho de 2010
segunda-feira, 7 de junho de 2010
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