segunda-feira, 8 de setembro de 2008

nada além do silêncio
nada além de nada
um sono profundo e as paredes descascadas
acabaram os aeroportos
o vento bate e mexe com as folhas do livro
perco a página
estou descascada

3 comentários:

Paula Corrêa disse...

Olá, Anastácio,
Obrigada, viu!?
Volte sempre e fique sempre à vontade para comentar.
beijos, Paula

Anônimo disse...

Cortinas cerradas!
No hay banda...
Silênnnncio.

Laa Kybele: disse...

Si-lê-´n-cio:

" Não tente procurá-la; encontrará ninguém ", soou o zombador.
O onírico do mitômano é sempre um ótimo sedativo. Como adicta confessa ao ilusório, recaio a este paralelo sempre que possível.