terça-feira, 11 de novembro de 2008

é o silêncio uma prosa
é na lacuna e na lombada que as palavras perdidas se encontram
nas planícies frias e desertas
verso sem palavras e o silêncio me salva da loucura do gesto

4 comentários:

Paula Corrêa disse...

falando em silêncio, anda quietinha essa janelinha, não?

Anônimo disse...

quietinho. mas sempre por aqui.

Anônimo disse...

às vezes, o silêncio é tão estridente que ecoa na eternidade...no hay banda!

Unf...hoje o nariz tá sangrando...

Anônimo disse...

Janela...
há tempos aberta,
por vezes, semi cerrada...
dias de sol, noites e madrugadas...

Janela...
de chuva, lágrimas e brilho radiante...
lá dentro, a única canção, é tocante...

Janela...
de luz, trevas e de velas...
contigo estamos...todos,
na janela.