Eu não tenho exatidão. A minha matemática é montanhosa; forja os passos - os sobes e desces vertiginosos não me aborrecem mais. Fico até feliz quando choro, assim sinto algo que não a minha poluição ingênua. Liquefeita me torno e assim livro-me saio da ambiguidade e choro choro como um bebê que nasceu desavisado. Um berço onde durmo, berço montanhoso da minha consciência durmo acordo sem distinguir o sonho. Sou abduzida pelos gritos dos meus mares, embevecida pela cor a luz da água mergulho com os olhinhos revirados, mas sem dor.
quarta-feira, 2 de setembro de 2009
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Um comentário:
...graças às suas palavras, descobri minha exatidão, é fato: todos os dias, necessito de uma dose de você.
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