quero ficar só. sentir o sol na minha pele morna. os sentidos serão. os diques, agora abertos, sobram águas sem escape. sem alívios. o meu mundo é um zepelim. não interrompa minha vertigem. lúcias, marias, olívias, eu flutuo no meu próprio mar, obrigada, isso me faz bem.
acordar. e estar só. equivale a um enterro. mas a noite sempre renasce o espírito. e como dói. não tenho lágrimas. músculos, um corpo que dói a cada passo, sem alívio. sim, eu gostaria de um abraço infinito.
sexta-feira, 11 de dezembro de 2009
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Um comentário:
"Havia um compositor em especial cuja música deixava seu coração apertadinho toda vez que ela ouvia. Às vezes a música desse compositor era como pedacinhos coloridos de açúcar-cândi, e outras vezes era como a coisa mais triste e suave que ela já tinha imaginado na vida"
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