Sonhei. Eu não estava na minha casa. E não era eu. Não sei quem era. Mas estava num elevador. Errava o botão. Ia mais alto do que podia. Estranho ir mais alto. Sempre fui ao rés do chão, vez por outra frequentando porões, escuros e úmidos, com roedores me ameaçando. Ir alto, alto demais, no último andar. É longínquo. É um dia. É quase hoje.
terça-feira, 21 de fevereiro de 2012
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