quarta-feira, 25 de abril de 2012

Tem dias que não. Tem dias que não há. Acordo sem verbo. Não pula da cama um esboço nem um rascunho meu. Tem dias que não há verbo. Tem dias que não tenho nome. A manhã segue emperrada, não tenho. Devo ter morrido, talvez. A morte deve ser isso. Acordar sem verbo.

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