Passo mais um café para te esperar. Acabo tomando três, quatro cafés por dia. É o meu cigarrinho. O barulho da água subindo me dá a sensação de que tem algo pronto. Enquanto espero, o som do vapor da Bialetti me distrai. A cidade está sempre balbuciando socorros e buzinas, mesmo em janeiro. Mas o mundo sempre acontece aqui dentro. Os dias passam. Um ritmo ameno dá conta dos acontecimentos. É estranho dizer, mas nada me aflige.
segunda-feira, 21 de janeiro de 2013
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Um comentário:
Paz! Bom quando nada aflige a gente.
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