Ando sempre sozinha num tom abaixo da ninhada, essa garotada aí que anda.
Ando triste, sempiterno.
Não tem mais um dia, nem mais vícios. As doenças secaram.
Os monstros, as musas, morreram.
Somente o Astor abana meu ar, com seu rabo-espanador.
Os frutos caíram explodidos no chão, amargos, vencidos.
Do susto do nascimento sucedeu uma apatia inominável, o sol nasce à minha indiferença.
Do susto do nascimento sucedeu uma apatia inominável, o sol nasce à minha indiferença.
A maré bate no meu calcanhar gelado, afundo meus pés na areia; deixo-me afundar - é o peso que carrego - minhas costas turvas curvam-se como galhos de árvores antigas.
Não resisto à lei nem a nada, respiro por entre a terra e assim me dou por satisfeita.
ps. vcs estão aí?
Não resisto à lei nem a nada, respiro por entre a terra e assim me dou por satisfeita.
ps. vcs estão aí?

3 comentários:
sempre estou por aqui!
Presente!
Visito esporadicamente, permaneço aqui!
sempre aqui...
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