terça-feira, 23 de junho de 2009

É um texto todo poético que fiz. Mas não escrevi. O tempo não deixou. Acendi o cigarro e olhei o branco texturizado da parede. As sombras que as luzes da cidade projetam nas paredes da minha casa são instalações. Fico imersa na quantidade de quadrados cinzas algo esfumaçados, alguns andam conforme o movimento da rua, outros ficam suspensos como uma nota de jazz. Ângulos inusitados: as cadeiras fazem pose. Tomo um trago, vejo as linhas se formando no espaço mas não distinguo as letras. As luzinhas, elas sempre me distraem.

Um comentário:

Paula Corrêa disse...

acabei apagando sem querer o contador do blog... acho que até é bom pq na verdade não significa mta coisa esse número. mas espero que as pessoas continuem por aqui. beijos