eu não tenho lágrimas. Meus porões secaram. A luta, o trânsito, as batalhas cessaram. Um minuto a mais e talvez bata um novo vento e uma vertigem possa retirar algo de amargo no presente, algo de não-suturado da minha pele. Não espero por nada. A reclusão é o meu delírio e a rua minha companheira de viagem.
quarta-feira, 7 de outubro de 2009
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