são as luzinhas, elas sempre me distraem. sim, na rua, quando há. sou inexata e tudo o que me resta está sóbrio e frio. a lua guarda seus segredos e esfria o porvir. uma derrota a demolição de um sonho, sonha livre, se assim fosse. o astor rói seu osso e assegura sua existência. eu me encolho no meu casco para ver os meus estragos.
quarta-feira, 7 de outubro de 2009
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Um comentário:
e as janelas dos prédios iluminadas por sonhos de permanência...
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