alguma coisa quebrou dentro de mim. ou terá sido tudo?
monto e desmonto o que parece ser lógico, eu tenho um coração (de pedra?), uma vida reclusa com um cachorro e um tapete colorido, o meu sorriso demora a aparecer e eu sofro demasiado. o coração ora bagunçado ora mergulhado e uma vertigem, vertigem real que tem nome científico, o meu eixo se movimenta em círculos enquanto continuo parada. desvelo-me em suspiros distantes. me emociono com o porvir que confabulo. alguém pegou uma parte minha que estava aqui?
grita uma mulher lá fora e se o seu sofrimento for real, não poderei salvá-la, como ninguém poderia.
monto e desmonto o que parece ser lógico, eu tenho um coração (de pedra?), uma vida reclusa com um cachorro e um tapete colorido, o meu sorriso demora a aparecer e eu sofro demasiado. o coração ora bagunçado ora mergulhado e uma vertigem, vertigem real que tem nome científico, o meu eixo se movimenta em círculos enquanto continuo parada. desvelo-me em suspiros distantes. me emociono com o porvir que confabulo. alguém pegou uma parte minha que estava aqui?
grita uma mulher lá fora e se o seu sofrimento for real, não poderei salvá-la, como ninguém poderia.

2 comentários:
Ninguém tenta salvar a flor que a amada, cheia de raiva, jogou na calçada. Ninguém se importa... e pisa.
...e pisa.
Paulinha, que texto lindo. Lindo!
Postar um comentário