domingo, 4 de julho de 2010

um dia a mais em mim. um club de jazz onde a arte vence. discurso inflamado da atriz falando sobre a fé e o poder do erro. como em pessoa: (...) mas graças a deus que há imperfeição no mundo/ porque a imperfeição é uma cousa,/ e haver gente que erra é original (...), do meu poema preferido, o guardador de rebanhos. a arte é voluptuosa. o problema do erro é cravar uma ferida no coração alheio, quando é involuntária. mas isto é humano mais do que humando porque todos estamos sempre em alguma rota de colisão. inconsciente ou não, a potência está lá e o avião está sendo guiado. é sempre um chamado.

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