segunda-feira, 2 de junho de 2008

A minha champagne supernova

Tem alguém querendo arrancar minha alma. Poxa vida. Como é que faz quando chega um espírito, uma entidade, uma força que quer te arrancar de você enquanto dorme? Acho que é tipo um Voldemort. Bom, daí eu gostaria de ter uma coruja...
É duro voltar. É duro resistir. Acho que é um tipo de coisa que invade o seu pensamento. Esses caras devem ter uns eletrodos umas máquinas superpoderosas que entram quimicamente na sua cabeça e ficam te puxando pra cima, pra fora de você. Sai daqui! Xô, maldição! Num quero saber dessa porcaria. Bando de porcarias, entidades porcarias, gente porcaria que tem nesse mundo! Gente feia, apagada! Mundo-apagão! E não é só a classe média não, é quase todo mundo com essa cara de pastel, com a caradecu passeando com a família de domingo.
Tô meio revirada mesmo. Vai ver é por isso os demos tão aparecendo.

Um comentário:

roberto alencar disse...

Qual a relação entre o mundo corpóreo e o mundo invisível? Essa indagação fenomênica que me instiga. Dificuldades e decepções que me doem quando me insiro em práticas estéreas, que têm suas fontes em minha ignorância dos princípios de uma chamada nova ciência. Não sei o que irá me premunir contra os escolhos de "noviciados" que devo evitar. É preciso saber de que concerne essa suposta nova ciência.
Já me embrenhei entre longos e laboriosos estudos transcendentais e esses nunca me aplainaram o caminho. Que idéia falsa!
Que idéia falsa essa de pensar que para ser perito nessa matéria basta alcançar o nirvana, em um estado de equilibrada cognição com o universo. Mas que nirvana? Que equilíbrio? Que universo?
Enganar-me-ia se cresse na existência de uma receita universal e infalível. Sempre estou buscando receitas.
Cada um encerra em si mesmo os germes das qualidades necessárias para se tornar "esclarecido".