é a música da minha vida. diz em mim suas palavras claras, os teus sonhos que um dia foram. a minha vertigem está no meu peito, e assim. são os meus olhos que veem as luzes da cidade, as esquinas, as placas azuis com nomes de ruas, o concreto quebrado das calçadas, as árvores asfixiadas e tão bonitas mesmo assim. são seus olhos o brilho incandescente um fantasma antigo. sigo o porvir. meu peito rebate segue na rota do horizonte. o astor me visita.
quinta-feira, 6 de maio de 2010
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4 comentários:
Paula, belíssimas palavras trasformadas em poesia.
Um beijo
Obrigada, Isadora. Pela visita e pelo comentário. Beijos, Paula
Vim passear por aqui e gostei imensamente. Vou acompanhar. Beijos
Volte mesmo, comente quanto e quando quiser, Ana. Muito obrigada. Beijo, Paula
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