segunda-feira, 25 de julho de 2011

é sóbrio, dança. refúgio. elíptico. eu te daria adeus não fosse o nó do meu peito. quando ela disse: aqui, no seu coração. estava parado ali. um resto de muro, talvez pichado. de repente fiquei leve, fortuita. olhei o mundo como mundo. (mundo é contrário de imundo. foi o que minha amiga, a filósofa, disse). a sua forma física é o amor declarado. parece que não, mas é.

2 comentários:

mantra disse...

lindo!

roberto alencar disse...

Toda arte é um esconderijo,
uma procura de um lugar seguro
que ofereça pelo menos liberdade
para aprender a sorrir mais,
busca de uma força extra,
para arrebentar
aquela espécie de muro.