sexta-feira, 9 de maio de 2008

poesia do dia

Um espírito desavisado perpetuou em mim um delírio
Não há como reverter o desatamento que converteu minha alma
Cascata sangria que verte vinho em tudo que se pedra em tudo que se perde
Reverta a cascata caso contrário serei uma lua saída de trás do morro de trás das nuvens de trás das estrelas todas

3 comentários:

Anônimo disse...

Daeee! Ó a mina ai humilhando! yuhuu!

roberto alencar disse...

São coisas da essência que excedem até as mais nobres sendas filosóficas. Essência tão dificilmente percebida e compreendida por mim. Essência que incognitamente carrego dentro de mim e que não tem nenhum subsídio de relação com aquilo que tanto chamo de coisas práticas.
São realidades do emprego primoroso e proveniente de faculdades naturais, escondidas, e que tenho que buscar no meu mundo interior, não no mundo exterior.

Anônimo disse...

Eu adoro essas aceleradas cubistas que você dá. Parece um tropeço em alta velocidade mas você nao cai, só pinta outro quadro.