E então a gente entende que os sentimentos, os de verdade, podem ser profanados, blasfemados, queimados, esfumaçados e virarem pó. Podem. Podem atravessar todas as raivas, delírios, tornados. Os sentimentos, os de verdade, estão lá sedimentando mesmo que no pior no melhor, nas lavas, nas geleiras e nos carros que batem em alta velocidade. A força de um sentimento se mostra na sua sobrevivência, como um highlander que percorre o tempo mesmo contra a sua vontade.
Eu quase, quase não fiz uma curva hoje.
Eu quase, quase não fiz uma curva hoje.

2 comentários:
Te escreve como se me tocasses. E desse sentimento que nem sei sentir, sinto todas as coisas e o que tu deixou atrás da curva que fez, ainda bem que fizestes.
Há-braço!
à força centrípeta!
;)
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